Adoro esta música e hoje vim a ouvir nas alturas no carro a caminho do trabalho!
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Descobertas #1
O G. descobriu o Noddy! O Pai anda sempre a tentar descobrir músicas novas para o pôr em modo dança e ele adorou o Noddy, um clássico para os mais pequenitos!
Estranho foi quando procuramos no youtube mais músicas e nos saiu uma versão da música original mas cheia de asneiradas... meu deus, foi uma correria a desligar aquilo!
terça-feira, 11 de junho de 2013
Inicio Missão Destralhar
Aproveitando que o marido concordou e vai estar de férias para a semana, vou começar a destralhar a casa. Porque começar pinturas e limpezas com a tralha toda que tenho acumulada nem pensar. Por isso vou seguir os conselhos da Rita do The Busy Woman and the Stripy Cat que já sigo a algum tempo e vou começar hoje mesmo.
Tenho umas caixas vazias aqui no escritório e vou levá-las antes que comece a hesitar e adie mais uma vez.
Desta vez é que vai ser mesmo.
Remodelações!!!
No sábado à noite fomos jantar a casa de um casal amigo com quem já não estávamos à muito tempo, que isto de sair à noite com o baby não é fácil...
Eles fizeram obras em casa e uau! ficou o máximo. E não é que o maridão está receptivo, finalmente!, a pintarmos a casa e fazer umas mudanças?
Vou aproveitar antes que lhe passe a vontade.
Agora é ver ideias para os quartos, principalmente dos miúdos que é prioridade e ver preços...
Músicas para comer... e não só #2
O Pai anda sempre a cantarolar e agora o baby também. É que é a toda a hora, e o piquitito começa logo a abanar o rabo quando o Pai põe a música no telemóvel e lá andam os dois no seu fadinho!!!
Eu já sei quase a música de cor e o mais velho já nem a pode ouvir...
A 1ª Saída à noite
Sexta Feira foi a primeira saída à noite do H. Todos os anos fazem um Sarau na escola à noite uns dias antes do final das aulas. O H. não costuma ir porque é à noite, o pai não costuma estar em casa para o ir buscar caso seja preciso e eu com o baby não podia sair de casa tão tarde e ainda por cima para o ir buscar a pé. Ele também nunca mostrou grande interesse em ir e nós desvalorizamos.
Mas este ano foi diferente. Como ainda anda a mostrar que está a mudar e a recuperar a nossa confiança, não foi um pedir para ir à festa. Timidamente falou antes do jantar que havia festa na escola e que iam quase os amigos todos e que se calhar ia ser giro. E que gostava de ir.
A atitude dele está muito diferente. Anda empenhado nos estudos, mostra que se importa, está mais desenrascado e finalmente parece que acordou. Até em casa a postura mudou muito, já não o vejo de cara fechada, emburrado, sempre com ar aborrecido, porque não há nada para fazer, nem vontade para tentar fazer alguma coisa...
Anda entusiasmado, as notas subiram consideravelmente, não vão ser o que queríamos e que sabemos que ele é capaz, mas depois de um 2º período desastroso, o balanço é muito positivo. A postura nas aulas também melhorou, porque estou sempre em sintonia com a Directora de Turma, continua um bocadinho conversador mas tem-se controlado e gerido melhor os conflitos com os colegas e tem acatado melhor as chamadas de atenção dos professores, o que à uns tempos atrás dava logo direito a respostas tortas e claro recadinhos para casa.
Achamos por isso que merecia, que estava na hora de lhe dar uma amostrinha do que ele pode ter se cumprir a parte dele, o papel dele na família. Sempre lhe incutimos que a escola é o trabalho dele. O Pai e eu saímos todos os dias para o trabalho e o dele é estudar. Assim como nós temos de cumprir as nossas obrigações no trabalho para recebermos o ordenado, ele tem de estudar para ter boas notas. E não, não acho que se deva dar prendas no final do ano pelas boas notas. As boas notas já são a recompensa. Ver na pauta as notas resultado de um ano de trabalho, devem ser a recompensa.
Claro que se ele cumprir com o trabalho dele e com os objectivos que lhe estipulamos, pode ter a liberdade de poder escolher as actividades que quer, sair com os amigos e ter as coisas que gosta. Não como prenda, mas porque é normal, quem trabalha todos os dias tem naturalmente direito aos seus momentos de lazer, de descontracção e é esse principio que lhe queremos incutir. Claro que quem não trabalha e não cumpre não pode ter momentos de lazer, porque já anda a brincar o tempo todo enquanto deveria trabalhar, que foi o que ele andou a fazer no 2º período.
Acho que o apertão surtiu efeito. A mudança foi grande e foi tão bom ver a alegria dele quando lhe dissemos que podia ir.
Era para ir com um amigo que mora em frente a nós mas como já passava da hora que o amigo ia sair de casa, o pai foi levá-lo, também para ver o ambiente. A escola estava repleta de gente. Miúdos e graúdos porque alguns pais também lá estavam nas barraquinhas a vender comes e bebes!
O teste de responsabilidade foi mesmo na volta para casa. A festa acabava à meia noite, levou telemóvel para quando viesse para casa mandar uma mensagem a avisar se vinha com os amigos ou se queria que o pai o fosse buscar e não estabelecemos hora limite para chegar. Eu bem que tentei dizer que o pai tinha de o ir buscar e que era à meia noite. Mas o pai do alto da sua sabedoria, disse que não. Vamos ver qual a atitude dele.
E compensou. Às 23h30 estava a mandar mensagem a avisar que estava a vir para casa com o amigo e que não era preciso ir busca-lo (como moramos a 5 minutos da escola, pode bem via a pé). Claro que eu já estava preocupadíssima, porque não gosto que ele ande na rua à noite, mas correu tudo bem e ainda não era meia noite e ele já estava em casa.
Todo contente, todo eufórico. Tinha estado com os amigos, divertiu-se e ainda teve direito a beijinho da menina em quem anda interessado. O meu menino está a crescer e a abrir as asinhas e eu só quero abraçá-lo e que ele seja sempre o meu bebé, mas também sei que ele vai crescer quer eu queira quer não, por isso mais vale ser da melhor maneira possível connosco do lado dele. Sei bem que as proibições não resultam, sofri-as na pele e só me fizeram querer o proibido. E se por acaso até era bem comportada e não fui por maus caminhos, sei que muitas vezes alguns para afrontar os pais o fazem e eu não quero esse tipo de relação com o meu filho. Quero deixá-lo viver e experimentar o mesmo que eu quis, conscientemente e com orientação.
Queremos viver essas experiências novas com ele e apoiá-lo. Porque ele está a começar a construir a vida dele e nós queremos fazer parte dela.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Excelente Noticia
Poucos minutos depois de publicar o último post, recebi o telefonema do meu filhote mais velho (que o mais novo ainda não me telefona), a avisar que já chegou a casa da escola como faz sempre e com uma excelente noticia: recebeu o teste de F.Q. e tirou nada mais, nada menos que 99%....
Estou incrédula. Não que achasse que era impossível, sempre soube que ele tinha capacidades para isso e para tudo o que ele quiser. É que a mudança nele, de atitude, de vontade, de resultados é brutal do 2º período para agora. Anda motivado, empenhado e hoje estava eufórico. Claro que liguei logo para o pai a dar a noticia, que continua desconfiado, quer aguardar pelo final do ano para festejar em condições. Eu é que sou uma coração mole e já queria lançar foguetes e tudo.
E no seguimento dos posts de hoje, isto sim é importante. VIVER as alegrias com quem amamos mais que tudo e SER FELIZ....
99%???????? Até quero ver o que é que ele errou...
...
Hoje acordei com uma dor de garganta brutal, com uma vontade incrível de me esconder debaixo dos lençóis e ficar a ronhar em casa. Ainda por cima o G. acordou todo ranhoso, a espirrar, cheio de expectoração e finalmente para ajudar abri o estore e dou de caras com um autêntico dia de Outono lá fora.
Não tem jeito e comecei logo com os queixumes e queixinhas. Mas que importância tem uma dor de garganta que com benuron e um anti inflamatório, uma ranhoca que com soro e umas nebulizações fica como novo e o tempo, já estamos habituados, veste-se mais uma camisolita, quando há pessoas que têm problemas a sério, problemas graves, problemas sem solução.
Hoje senti-me pequenina, minúscula mesmo quando liguei o pc e vi as mensagens sobre o falecimento do Rodrigo. Fiquei sem palavras e sem reacção durante uns minutos... olhei para a fotografia que tenho em cima da secretária dos meus filhos e dei graças a deus por serem saudáveis e dei graças por os ter comigo, por poder abraçá-los todos os dias, por lhes ralhar todos os dias, por lhes dar beijinhos antes de dormir todos os dias.
Nenhuma mãe nem nenhum pai deveriam ter de passar pela dor, que nem imagino, de sobreviver a um filho....
À MÃE do Rodrigo desejo tudo de bom, muita força para sobreviver e que se agarre aos momentos vividos e partilhados com o seu menino, porque o seu Anjinho está no céu a olhar por ela, de certeza.
....
Estive mais de meia hora a separar selos do correio. É terapêutico quando tenho aquelas folhas A4 e tenho de separar um a um. Estava a separá-los e a pensar como inevitavelmente todos , uns mais que outros, perdemos tempo com mesquinhices, com pormenores e nos esquecemos de dizer às pessoas que amamos, que as amamos.
Dizemos a nós mesmos que elas sabem, que amamos, que gostamos, que cuidamos, mas sabe bem ouvir, sabe bem dizer, devíamos dize-lo todos os dias. Devíamos tentar ser felizes todos os dias, sorrir todos os dias, abraçar todos os dias, amar todos os dias porque nunca sabemos quando é o último, deles ou nosso...
terça-feira, 4 de junho de 2013
Organizar
Preciso mesmo, de organizar ideias, organizar a casa, organizar o trabalho e principalmente organizar as emoções...
É que não há pachorra para quezílias de anos, sobre pormenores, de quem não telefona a quem, ou que devia ligar mais, ou que não vais lá a casa, quem vem somos sempre nós... e porque tu disseste isto e magoaste-me e devias ter feito e acontecido...
Estou farta, não tenho pachorra, não tenho tempo, tenho coisas muito mais importantes em que pensar e apetece-me mandar tudo à fava...
Mas não... Sr. Marido quer traçar uma estratégia, tentar (pela milionésima vez) resolver as coisas e eu no fundo sei que ele até tem razão, porque são pessoas importantes para mim, para nós, para os nossos filhos, que fazem e vão sempre fazer parte da minha vida e que eu não quero de forma alguma afastar dos meus filhos, mas não vou admitir mais mentiras e joguinhos e os típicos diz que disse porque a vida é mais do que isso. A vida é aproveitar todos os bocadinhos, é cuidar, é brincar, é mimar e eles não fazem isso. São visitas e se essa atitude continuar é assim que os vou ver, como visitas. E tenho pena, tenho mesmo muita pena e sinto-me triste por eles. Perdem o mais importante, o que eles não veem que está mesmo ali, duas crianças que gostam deles e que iam adorar partilhar as suas conquistas e crescimento com eles mas eles não querem... Enquanto acharem que 2 ou 3 horas ao fim de semana é suficiente, não há nada que eu possa fazer.
Já tentei, já dissimulei situações que os levassem a mudar, não resultou. Já lhes disse directamente, mudaram durante 2 ou 3 meses, depois voltou tudo ao mesmo.
São anos, muitos anos, em que não há um único ano em que não haja discussão, por causa destas parvoíces e coisas sem importância, tão facilmente ultrapassáveis, mas não... há que empolar as coisas, dizer o que não se deve, dramatizar e amuar quando não resulta doutra forma, vitimizar.
Não quero mais, não tenho tempo, nem pachorra, nem forças, nem energia para mais...
Tenho e quero planear o Baptizado do G. e perco logo a vontade porque sei que vai haver problemas, porque alguém há-de ir emburrado e vai haver mal estar e eu não quero isso. Quero um dia feliz, para mim, para o meu marido e principalmente para os meus filhos, mas sei que infelizmente há quem não pense primeiro em nós e depois no resto...
Vou planeando e logo se vê. Uma coisa eu sei, a partir de agora primeiro NÓS e depois os outros. Quem não gostar paciência...
Subscrever:
Mensagens (Atom)
