quinta-feira, 23 de maio de 2013

Melhor do dia 22.05.2013

Ontem o G. disse pela primeira vez "Manooo"! Foi tão giro, porque disse com aquele ar maroto para ninguém ouvir e sempre a espreitar para ver se o irmão o estava a ver e a ouvir, foi tão engraçado.
 
E o orgulho do mano mais velho??? De babar. Ficou todo orgulhoso.
 
Foi mesmo o momento alto do meu dia. Os meus meninos enchem-me as medidas!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Melhor do Dia 20.05.2013

Entre os beijinhos e abraços dos meus príncipes, o momento alto foi com a minha cara metade, o maridão.
 
Ao fim de quase 15 anos juntos, é bom sentir o apoio, cumplicidade e companheirismo, numa altura difícil em que temos um obstáculo para ultrapassar e temos de nos unir mais do que nunca. Porque nós merecemos, porque somos lutadores e trabalhadores, porque o que temos foi ganho a pulso e à nossa custa e porque irá contribuir para um futuro melhor, nosso e dos nossos filhos.
 
Conheço de perto muitas uniões que se quebram e entram em ruptura por estes mesmos motivos, e é reconfortante sentir que estamos juntos no mesmo barco, a construir uma relação e um futuro sólido, com base no amor, no respeito e cumplicidade.
 
Vai ser um desafio e nós adoramos desafios. Vamos poder testar as nossas capacidades de perseverança e força...
 
Ontem tivemos reunião a dois, a traçar o plano inicial e iremos reunir todas as semanas com o ponto de situação. Porque um casamento é preciso ser trabalhado e dele fazem parte, não só os momentos bons mas também os difíceis que custam a resolver e que precisam de planeamento e estratégias.
 
 
e por isso, ao longo do caminho, vai compensar e resultar!
   

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Melhor do dia Fim de Semana

O fim de semana foi de descanso, estudo, muito mimo, brincadeira e muitos festejos!
 
É que em casa de portista há sempre o que festejar: foi andebol, hóquei e futebol! Até o pequenino já diz "Pooooto"!
 
Parabéns por mais um título e pelo espirito de campeão!



Os meus meninos não cabiam em si de contentes e como eu gosto deste ambiente de festa e alegria...
 
Porque ser Portista é mesmo isto, ser Campeão, acreditar e querer sempre mais!

Melhor do dia #3 continuação

6ª Feira foi um dia em grande! Para além do abraço do piquitito quando me veio buscar ao trabalho, para além do marido de folga e que estava uma verdadeira fadinha do lar com casa arrumada, estore da sala arranjado (já tinha avariado à uns meses), com jantar já organizado e adiantado, o melhor mesmo foi ver que a cicatriz do meu filhão mais velho finalmente fechou!
 
Ao fim de quase um ano, duas cirurgias e muitas idas ao centro de saúde para os curativos, finalmente FECHOU! Até tenho medo de festejar, mas se tudo correr bem acabou...
 
Uf que alívio, que felicidade, por nós mas principalmente por ele. Porque está saturado, de não poder correr, jogar futebol, ir ao karaté, ir para a praia, para a piscina, andar de bicicleta, tudo o que ele perdeu durante um ano...
 
Agora é deixar a cicatriz ganhar força e se deus quiser vão ser umas férias em grande. Porque nós merecemos!
 
 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Melhor do dia #3

E um dos melhores momentos do dia: o meu pequenino vir me buscar ao trabalho e correr de braços abertos mal me viu para me abraçar!
 
Ui que bom e que orgulho.
 
Agora vamos buscar o mano mais velho à escola...

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Optimismo precisa-se

Ontem não foi um dia bom. Quase 4 semanas à espera de uma resposta e mão foi de todo o que esperava, nada feito. Vamos partir para outra e procurar nova solução, porque tudo tem solução... umas mais fáceis, outras mais difíceis.
 
Primeiro foi o desanimo, depois a conformação e por fim o arregaçar as mangas e traçar novo plano...
 
Momento bom de ontem? Só mesmo os beijinhos e xi's dos meus filhotes quando cheguei a casa e até irem para a cama e as palavras de ânimo do marido.
 
Ainda estou a digerir mas amanhã é outro dia.
 
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Os mimos bons de ontem

Ontem, enquanto o querido filho mais velho fazia o jantar, foi tão bom aproveitar para brincar com o mais novo que agora só quer borga e tem montes de cócegas. Sabe muito bem os xi's coração, as gargalhadas dele e rebolar no chão.
 
Depois do mais piquitito ir dormir, foi a vez do mais velho: aninhadinhos no sofá, a ver a nossa série preferida - "REVENGE" e muito mimo à mistura.
 
Os momentos com os meus filhos são sem dúvida o melhor dos meus dias...

terça-feira, 14 de maio de 2013

MULHER CORAGEM

A Angelina Jolie é uma das minhas actrizes favoritas e sempre tive uma admiração por ela. Mais uma vez me surpreendeu pela coragem, altruísmo, por partilhar a sua vivência que decerto vai ajudar muitas mulheres que infelizmente passam pelo mesmo e principalmente pelo amor aos filhos.



Fica aqui o relato que me fez ficar com as lágrimas nos olhos:

“A minha mãe lutou contra o cancro (de mama) durante quase uma década e morreu com 56 anos. Viveu o suficiente para conhecer o seu primeiro neto e para o segurar nos seus braços. Mas os meus outros filhos nunca tiveram a hipótese de a conhecer e de saber o quão amável e ternurenta ela era.
“Falamos muitas vezes sobre a ‘mamã da mamã’ e tenho sempre dificuldade em lhes explicar a doença que a roubou à sua família. Perguntaram-me se o mesmo me poderia acontecer a mim. Respondi-lhes sempre que não se preocupassem, mas a verdade é que tenho em mim um gene, BRCA1, que aumenta consideravelmente o meu risco de desenvolver cancro de mama e de ovário.
“Os meus médicos estimam que eu tenha 87 por cento de risco de sofrer de cancro de mama e 50 por cento de risco de cancro de ovário, embora o risco seja diferente para cada mulher.
“Apenas uma percentagem dos cancros de mama resultam de um gene hereditário. As mulheres que possuem o gene BRCA1 têm, em média, 65 por cento de risco de o contrair.
“Quando tomei conhecimento de que esta era a minha realidade, decidi ser proactiva e minimizar o risco o máximo que conseguisse. Tomei a decisão de fazer uma dupla mastectomia preventiva. Comecei pelo peito, uma vez que o risco de cancro de mama é maior do que o de ovário, e a cirurgia é também mais complexa.
“No dia 27 de abril finalizei os três meses de procedimentos médicos que as mastectomias envolvem. Durante este tempo consegui manter o assunto privado e continuar com o meu trabalho.
“Decidi escrever agora sobre o assunto porque espero que outras mulheres possam beneficiar da minha experiência. Cancro ainda é uma palavra que produz muito medo no coração das pessoas e que nos transmite uma enorme sensação de impotência. Hoje em dia é possível, através de um teste sanguíneo, saber quais são as suas hipóteses de vir a sofrer de cancro de mama ou de ovário e tomar medidas preventivas.
“O meu processo começou no dia 2 de fevereiro com um procedimento conhecido como ‘atraso do mamilo’, que exclui a hipótese de doença nos ductos mamários por detrás do mamilo com uma irrigação sanguínea extra dessa zona. É um procedimento que causa alguma dor e muitos hematomas mas que aumenta consideravelmente a hipótese de salvar o mamilo.
“Duas semanas mais tarde fiz a cirurgia que envolveu a remoção do tecido mamário e a colocação de implantes temporários no seu lugar. A operação pode demorar cerca de oito horas. Acordamos com tubos e drenos nas mamas. Parece que estamos numa cena de um filme de ficção científica. Mas alguns dias após a cirurgia podemos voltar à nossa vida normal.
“Nove semanas mais tarde, completei o processo cirúrgico com a reconstrução total da mama, através da colocação de implantes. Nos últimos anos existiu um enorme desenvolvimento nesta área e os resultados são magníficos.
“Quis escrever este texto para explicar a todas as mulheres que a decisão de me submeter a uma dupla mastectomia não foi fácil. Mas é uma decisão com a qual estou muito feliz. As minhas hipóteses de vir a desenvolver cancro de mama baixaram de 87 para 5 por cento. Já posso dizer aos meus filhos que não precisam de ter medo de perder para o cancro de mama.
“Naturalmente que nunca os deixei ver nada que os pudesse deixar desconfortáveis ou perturbados. No máximo podem ver algumas pequenas cicatrizes e nada mais. Em tudo o resto sou apenas a mamã, como sempre fui. E sabem que eu os amo mais do que tudo e que tudo farei para estar junto deles o máximo de tempo que me seja possível. Como nota pessoal, posso garantir que não me sinto menos mulher agora do que antes. Sinto-me mais fortalecida por ter tomado uma decisão importante que em nada diminuiu a minha feminilidade.
“Tenho a sorte de ter ao meu lado um companheiro, Brad Pitt, que me ama e me apoiou em tudo. Para os homens que têm uma esposa ou namorada a passar por este processo, saibam que são verdadeiramente importantes durante esta transição. Brad esteve comigo no Pink Lotus Breast Cancer, onde fui tratada, até minutos antes de todas as cirurgias. Conseguimos de alguma forma encontrar uma maneira de rir juntos. Sabíamos que estávamos a fazer o que era melhor para a nossa família e que isso nos uniria mais ainda. E uniu.
“Para as mulheres que lerem este texto, espero que ajude o facto de saberem que podem fazer as vossas escolhas. Gostava de encorajar todas as mulheres, especialmente as que têm antecedentes de cancro de mama ou de ovário nas suas famílias, a procurarem ajuda médica e informação que vos possam guiar neste aspeto da vossa vida e informar-vos sobre as vossas opções.
“Quero que saibam que existem muitos médicos de medicinas não convencionais, maravilhosos, que trabalham diariamente em alternativas às cirurgias. O meu processo será colocado no site do Pink Lotus Breast Cancer. Espero que seja inspirador para outras mulheres.
“(…) Escolhi divulgar a minha história porque sei que existem muitas mulheres que não sabem que vivem sob a ameaça e a sombra do cancro. A minha esperança é que todas elas tenham a possibilidade de fazer o teste genético e que no caso de risco elevado de cancro saibam quais são as suas opções.
“A vida apresenta-nos muitos desafios. Os que não nos devem assustar são aqueles que podemos assumir e controlar”.

Desafio Berra-me Baixo - Ponto de Situação

Embora já tenha mentalmente começado o desafio da Magda em Abril, oficialmente o desafio começou à quase duas semanas com o início de Maio e o balanço não é tão positivo como eu esperava. Isto de educar não é fácil e eu que pensava que com o crescimento deles as coisas eram mais fáceis. Enganei-me...
 
O H., agora com 13 anos, sempre foi um menino bem comportado. Teve as suas fases, curtas, de tentar nos contrariar e das birras, mas rapidamente percebia que não levava a sua avante e não era preciso berros nem palmadas para o fazer perceber isso. Bastava explicar e de vez em quando levantar mais um bocadinho a voz e ele acatava com facilidade as regras. Claro que houve uma fase em que o sofá era o seu melhor amigo: era onde ficava sentadinho de castigo para pensar na birra e passar a portar-se melhor. 
Sempre foi bom aluno e nunca nos deu grandes preocupações, é um miúdo calmo e pacato, às vezes até acho que em demasia, mas com a adolescência vieram os problemas, ou não.
 
Às vezes ralho com ele, falo-lhe torto e ele fica amuado e vejo mesmo que tenta se controlar para não me responder, mas a atitude corporal e a forma como reage dizem tudo. Na hora não quero saber, quero é que ele faça o que lhe mandei rápido e com ou sem amuanços mas depois paro e penso: como quero que o meu filho me continue a respeitar e a conversar comigo e a ser o meu companheiro, porque durante estes últimos 13 anos, ele sempre foi a minha companhia quando o pai está a trabalhar, sempre fomos só os dois à noite na maior parte dos dias e os dois aos fins de semana, se eu não o respeito a ele quando tenho estas reacções? Ao longo dos anos fomos criando uma cumplicidade que tenho medo que se esteja a perder. Porque estou sempre muito ocupada,  porque o irmão me rouba muito tempo, tempo que dantes passava com ele e não sei se estarei a saber gerir bem os tempos dos dois...Porque ando sempre a mil e quando organizo as tarefas na minha cabeça, por aquela ordem, ai de quem me contrarie e tem de ser como eu quero e quando eu quero. Mas tenho consciência que não pode ser assim, que ele é uma pessoa que merece respeito, que tem de ter o seu espaço, e que me ajuda bastante mas à maneira dele e ao ritmo dele.
 
Ontem berrei, berrei com ele por estar a aferroar o irmão, porque o mais novo é um chorinhas e começou logo "pááááááára" como costuma dizer quando fica chatiado e eu a mandá-lo ir tomar banho, e o pequenito sempre a dizer "páááááááraaa" e eu passei-me. Mandei 2 berros e acabou-se o pára e ele foi rapidinho tomar banho e eu fiquei num stress. Sei que fizeram o que eu queria mas não fiquei a sentir-me bem, nem melhor. Fiquei com o coração apertado, com a consciência pesada, com a perfeita noção que poderia e deveria ter resolvido a questão de outra forma, mais calma e assertiva e todos ficariam mais felizes...
 
Sei que a tomada de consciência é importante e um passo importante para mudar mas acho que tenho um longo caminho pela frente... ou melhor dois, porque todo o processo de educar se iniciou com o mais novo e eles são tão diferentes...

DESAFIO

E se todos os dias registássemos, nem que fosse só um momento que nos fez feliz, uma frase que nos fez sorrir ou simplesmente uma coisa boa, positiva do nosso dia?

Foi esse o desafio lançado pela Inês de Santar e que eu vi no Dias de uma Princesa e acho uma óptima ideia.
 
Porque precisamos de sorrir, precisamos de ser felizes e aproveitar todos os momentinhos bons, porque chega de crise e de pessimismo, porque desde que me conheço que ouço falar de crise e estou farta.
 
Temos de levantar a cabeça e procurar o bom, o que nos faz sorrir, o que nos faz viver porque só assim conseguimos vencer as dificuldades. Umas mais rápido, outras mais devagar, com mais ou menos dificuldade mas a vida vai correndo e mais vale aproveitar.
 
Quem aceita o desafio????
 
 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Ser FELIZ

Dizem que os meninos são mais chegados às mães e que têm mais afinidades com elas. No meu caso não sei se é bem assim, acho que é meio, meio...

Quando se trata de borga, palhaçadas, jogar à bola, andar de bicicleta, descontracção são tudo PAI. O Pai é relaxado, gosta de descansar e viver sem horários e pressas (nas folgas claro), não é nada stressado como eu. Como não está em casa todos os dias à noite com eles como eu, quando está de folga é o caos! Aos dias de semana ainda consigo controlá-los porque no dia seguinte é dia de trabalho e de escola, mas ao fim de semana eu não mando nada. E ainda bem que assim é: não há hora para acordar - claro que o G. nos  tira da cama num instantinho, não há horas para almoçar - é quando estiver pronto (excepto o G. claro, que esse é um reloginho) e almoçamos nas calmas, há os passeios e jantar relaxado, geralmente feito pelos meninos, porque ultimamente é ele que cozinha quando está de folga.
E é bom assim, não ter de organizar tudo ao pormenor e deixarmo-nos ir pelo impulso e pela vontade e o dia passa melhor e os momentos vivem-se na plenitude e parece que até esticam.
Por isso quando o Pai está em casa de folga, eles são tudo PAI e até o Piquitito já vai pela mesma linha que o irmão.

Ontem foi um desses dias, para relaxar e aproveitar. Acordei de manhã e vi o sol lá fora e calor e toca a tirar o pai e o mais velho da cama e vamos passear.
 
Fiz duas mochilas num instantinho, com as refeições do G. e com uma muda de roupa e  banhinhos tomados, metemo-nos no carro e lá fomos.
 
Fomos almoçar a Ponte de Lima, um arroz de sarrabulho com rojões, feito na hora que soube pela vida. Almoçamos num restaurantezinho no centro da cidade, nas calmas, sem pressas e correrias e ainda fomos visitar o Museu do Brinquedo que é simplesmente fantástico, vale a pena.
 
Foi um dia bem passado e é por estes momentos que vivo, que corro durante a semana, que trabalho que nem uma doida, para depois poder aproveitar estes momentos com os meus meninos, em família, partilhar a cumplicidade que nos une, os beijinhos e miminhos, as brincadeiras e palermices que dissemos e fazemos. E o mais importante: o quanto é fácil nos rirmos juntos. Seja do que for, de nós, dos outros, das situações..., simplesmente nos rirmos, rirmos até ficar a doer a barriga...
 
E percebemos que é preciso tão pouco para sermos felizes...  
 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Puffff...

...estou em branco. Quando não tenho o computador ao pé, nem a tablet, nem o telemóvel (que também não dá muito jeito para escrever post's), tenho montes de ideias e escrevo textos na minha cabeça e penso "tenho de escrever isto no blog" e quando tenho tudo à disposição, que podia escrever e até tenho 10 minutinhos para escrever livremente, nada... NADA, não consigo escrever nada, nada me vem à ideia. Fico com zero criatividade e vontade.
 
Hoje podia ter sido um dia muito mais produtivo e fico seriamente frustrada quando não consigo estar "inspirada". É que nem para o blog, nem para o meu part time que precisa de estar em constante actualização. E em casa dificilmente consigo fazer alguma coisa à noite...
 
 
Primeiro é banhos,  jantar, deitar, tratar das roupas e preparar tudo para o dia seguinte e já só tenho forças para me arrastar até à cama...
 
Até porque estas tonturas hoje parece-me que é o corpo e a mente a pedir descanso, devem estar a chegar àquele limite em que ou descanso ou apago...
 
 
 
 


quarta-feira, 8 de maio de 2013

O que eles aprendem...

E não é que de à 3 dias para cá, só lhe dá a tosse quando vai comer e quando vai dormir?

Ontem bem me pareceu que era birra. Não tossiu no infantário, nem no caminho para casa, tomou banho, andou a brincar com o irmão e nada de tosse. Hora de comer a sopa: começa a tossinha e vai dai ele começa a puxar para tossir e estava a ver que vomitava a sopa toda.

Esqueci-me logo do Desafio "Berra-me Baixo", desculpe Magda, mas se há coisa que me tira do sério é quando começam a puxar a tosse e a puxar para vomitar. Levou um berro que desapareceu logo a tosse. Incrível como era mesmo fita, não tossiu mais até acabar de comer.

E quando foi dormir, só lhe disse, desta vez num volume normal, mas em tom assertivo: não quero tosse, vamos dormir!
Não houve tosse, nem mexericos, adormeceu passados 5 minutos e dormiu desde as 20h15 até às 7h da manhã (ou percebeu a mensagem, ou estava mesmo cheio de sono)...

Vamos ver como vai ser hoje...

terça-feira, 7 de maio de 2013

Balanço médico

Parece que toda a gente lá em casa tem sempre um probleminha de saúde (nem que seja uma simples dor de cabeça).
 
Pai: tem uma epicondilite. E vocês perguntam que raio é isso? Em português é o raio do tendão no cotovelo que dói para caraças e quando inflama o braço fica imobilizado. E como os homens são uns picuinhas e medricas, só foi ao médico quando já não podia mexer o braço. Claro que assim que a dor passou, o resto da medicação foi ao ar.
 
Mãe: estou com uma otite. Acho que já não tinha uma otite desde os meus 2 - 3 anos. mas por que carga de água fui eu apanhar uma otite? e como??? Bem, antes eu que os meus meninos. Lá ando a antibiótico e anti-inflamatório, mas o pior é não poder dormir para o lado que gosto, porque é do lado do ouvido que dói...
 
Filho mais velho: continuam os curativos por causa da cirurgia ao quisto. Parece (e até tenho medo de falar) que já está fechado mas não vamos agoirar. Mais uma semana para confirmar e ter bem a certeza...
 
Piquitito: super constipado e com muita, mas mesmo muita tosse. Como é que é possível que uma pessoa tão pequenina tenha tanto ranho para deitar cá para fora??? Ele escorre durante o dia, quando vai dormir provoca-lhe ataques de tosse que metem dó e durante a noite fica tudo preso que de manhã é um ai jesus para aspirar aquele nariz. O que vale é que é mesmo só isso: ouvidos e garganta estão em ordem e brônquios limpinhos.
 
Arre que nunca mais vem o calor e bom tempo de vez para se acabarem as constipações e andarmos todos mais descontraídos e felizes que nem nos lembramos das maleitas... pleassssssssssse...

Parte 4 - Cinco Dias na Neonatologia

O trabalho tem sido tanto e o tempo tão pouco que nem tenho conseguido escrever com a regularidade que gostaria e que às vezes tanto preciso. Cá vai a continuação do balanço...

Ao 2º dia de vida o G. foi internado no Serviço de Neonatologia e lá esteve durante 5 dias. Foram dias duros, estar naquele sitio todo o dia é avassalador, é intenso. As emoções estão à flor da pele e todos os nossos sentidos estão alerta ao mais pequeno movimento. É um misto de emoções: se por um lado só queria pegar nele e levá-lo para casa, para o conforto da caminha dele e para me enroscar com ele, por outro, preferia tê-lo ali, vigiado e com uma equipa médica sempre a postos caso alguma coisa acontecesse. Preferia tê-lo ali do que passar novamente pela aflição que tinha passado.

O G. esteve ligado a uma máquina que monitoriza o coração e a respiração e correu tudo bem, dentro do normal. Manteve sempre os valores sem percalços. A alimentação não era exclusivamente dada por mim, porque o meu leite não subiu (a médica disse que era normal, devido ao estado de stress e à situação traumática a que estive sujeita) mas adaptou-se muito bem ao suplemento e foram dias pacíficos, apenas de vigilância. E ainda bem que lá estava porque começou a ficar amarelito, com icterícia, e teve de estar com as luzes, se estivesse em casa, tinha de o ter levado para o hospital e às vezes penso se eu teria me apercebido atempadamente. Às vezes há males que vêm por bem...

Estar na Neonatologia todo o dia e ver as outras mães e as enfermeiras a ajudar a cuidar deles, também nos ajuda muito e apesar de não ser mãe de 1ª viagem, ainda aprendi alguns truques e fez-me recuperar a confiança.

Um dos truques que aprendi foi no banho: a maioria dos bebés tem medo do banho porque se sentem desprotegidos e uma das coisas que a enfermeira fazia era embrulhá-los numa fralda de pano e mete-los assim na banheira, depois ia destapando e lavando e tapando novamente. E não é que resulta?!!! Eles não ficam tão vulneráveis e sentem sempre ali uma peça de roupa e ajuda-nos a nós mães a segurá-los melhor porque não corremos o risco deles nos escorregarem.

Criam-se ali laços e afinidades e são uma ajuda preciosa, ajudou-me a sentir-me mais confiante para quando o tivesse de levar para casa e são pessoas que estão habituadas a lidar com situações extremas, que salvam vidas e que não se afligem ao mínimo choro.

Presenciamos uma situação que no inicio me deixou muito apreensiva, mas que depois de ouvir a explicação percebi realmente a função daquelas pessoas que não sabem o que esperar todos os dias e têm de estar sempre preparadas para o pior. Numa das noites em que estávamos com o G. até à hora limite de nos mandarem embora (porque nunca íamos de livre vontade), estávamos apenas nós os dois, todos os pais já tinham ido embora porque infelizmente nem todos tinham a nossa sorte de morara a 10 minutos do hospital e de repente quando nos apercebemos não vimos enfermeira nenhuma, mas não ligamos até que o menino que estava na incubadora atrás de nós começou a chorar. Primeiro ainda era um choro tolerável mas foi piorando, ao ponto de ele estar mesmo aos berros. O meu coração já estava apertado e só me apetecia ir lá e pegar nele, mas uma das regras é que não devemos nem podemos mexer nos outros bébes em circunstância nenhuma. Por isso o meu marido foi procurar uma enfermeira, lá viu uma no fundo da sala e disse-lhe que o bébe não parava de chorar, ao que ela respondeu apressadamente, que já lá ia e entrou para uma sala e fechou a porta. Sem exagero, o menino esteve perto de 20 minutos aos berros. Eu já só pensava que nem pensar que ia deixar o meu filho lá naquela noite, e se fosse o G.?

Quando eu já estava quase desesperada, lá apareceu a enfermeira e foi tratar do bébe e nós dissemos que ele já estava a chorar à muito tempo, ao que ela nem nos respondeu.

Mais tarde a enfermeira que estava a tratar do nosso bébe, que não era a mesma, veio-nos explicar o que se passou: um menino que costumava estar em frente ao G. (que realmente já tínhamos visto que não estava lá) tinha tido um problema (não nos especificou qual) e que estava em risco de vida e por isso todos tinham acorrido a socorre-lo. Felizmente conseguiram e ele estabilizou. Explicou-nos que ali no limiar da vida destes seres humanos tão indefesos a prioridade é a vida e o bébe que estava a chorar estava "apenas" com fome e por isso podia esperar (é que elas sabem distinguir a léguas o tipo de choro, nós mães naquele ambiente e stress não conseguimos).
Entre dar de comer a um e salvar a vida ao outro, primeiro a VIDA.

Viemos de lá muito mais descansados e apercebemo-nos do quanto deve ser difícil o trabalho daqueles médicos e enfermeiras que lidam com estas situações todos os dias...

Ao fim dos cinco dias e como não houve nenhuma situação anormal a registar e porque a icterícia já tinha passado, o G. foi transferido para a Pediatria.


segunda-feira, 6 de maio de 2013

DIA DA MÃE

O meu DIA DA MÃE foi mais cedo: na 6ª feira foi dia de festa no Infantário do G. e apesar dele ter estado com um bocadinho de febre (que baixou logo com o Benuron), fruto da constipação, foi muito giro e ele andava todo radiante.
 
Este ano a actividade foi no recreio e adivinhem: paredes brancas para as Mamãs e os meninos e meninas pintarem. Eu e o G. desenhamos uma Bola - porque ele é louco por bolas e uma Flor - porque eu gosto muito de recebê-las.
 
Comemos bolinho que ele adorou juntar ao iogurte. E recebi uma COLHER DE PAU, pintada pelo G. - tão giro nota-se os deditos dele e as diferentes cores... ADOREI!
 
No Domingo fui presenteada com muitos beijinhos e miminhos e o nosso XI TRI (Xi coração a três). Agora que o G. já sabe dar XI'S é o máximo.
 
Não há nada melhor que uma ABRAÇO dos nossos filhos cheio de amor e ternura....
 
SER MÃE É DURO MAS TÃO COMPENSADOR E FAZ-ME MUITO FELIZ!!!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Grrrrrrr...

E não é que apesar das recomendações de pelo menos enviar um sms a dizer que está tudo bem e que chegaram bem, o moço nada, nem sms, nem atende o telemóvel, zero, nicles...
 
Pais sofrem...

Coração apertadinho...

e hoje estou assim. Com o coração de mãe apertadinho, porque o meu mais velho foi numa visita de estudo para Espanha. Eu sei que ele já é crescido, que vai acompanhado, não é a primeira vez mas não melhora. É sempre uma preocupação e só vou sossegar quando ele chegar à noitinha...
 
Vale-me as beijocas que me deu de manhã antes de ir e o abraço do mais piquitito antes de ficar no infantário... Além disso hoje é dia de almoço com o mais que tudo!
 
Bora lá trabalhar...

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Que queridos

Afinal ainda podemos comprar livros com 100% de desconto até ao final do dia de hoje. Yupiiiiiii...


terça-feira, 23 de abril de 2013

Dia Mundial do Livro

A WOOK é uma marca de eleição e cá em casa os livros escolares são sempre comprados online. Já há muitos anos que é assim e estou 100% satisfeita.
 
Além de chegar sempre tudo direitinho e a tempo e horas, ainda há o desconto.
 
Neste Dia Mundial do Livro, a WOOK tem uma promoção irresistível: o que comprar hoje recebe em vale para gastar depois... Veja como funciona aqui.

 
Vou lá espreitar...