quinta-feira, 9 de maio de 2013

Puffff...

...estou em branco. Quando não tenho o computador ao pé, nem a tablet, nem o telemóvel (que também não dá muito jeito para escrever post's), tenho montes de ideias e escrevo textos na minha cabeça e penso "tenho de escrever isto no blog" e quando tenho tudo à disposição, que podia escrever e até tenho 10 minutinhos para escrever livremente, nada... NADA, não consigo escrever nada, nada me vem à ideia. Fico com zero criatividade e vontade.
 
Hoje podia ter sido um dia muito mais produtivo e fico seriamente frustrada quando não consigo estar "inspirada". É que nem para o blog, nem para o meu part time que precisa de estar em constante actualização. E em casa dificilmente consigo fazer alguma coisa à noite...
 
 
Primeiro é banhos,  jantar, deitar, tratar das roupas e preparar tudo para o dia seguinte e já só tenho forças para me arrastar até à cama...
 
Até porque estas tonturas hoje parece-me que é o corpo e a mente a pedir descanso, devem estar a chegar àquele limite em que ou descanso ou apago...
 
 
 
 


quarta-feira, 8 de maio de 2013

O que eles aprendem...

E não é que de à 3 dias para cá, só lhe dá a tosse quando vai comer e quando vai dormir?

Ontem bem me pareceu que era birra. Não tossiu no infantário, nem no caminho para casa, tomou banho, andou a brincar com o irmão e nada de tosse. Hora de comer a sopa: começa a tossinha e vai dai ele começa a puxar para tossir e estava a ver que vomitava a sopa toda.

Esqueci-me logo do Desafio "Berra-me Baixo", desculpe Magda, mas se há coisa que me tira do sério é quando começam a puxar a tosse e a puxar para vomitar. Levou um berro que desapareceu logo a tosse. Incrível como era mesmo fita, não tossiu mais até acabar de comer.

E quando foi dormir, só lhe disse, desta vez num volume normal, mas em tom assertivo: não quero tosse, vamos dormir!
Não houve tosse, nem mexericos, adormeceu passados 5 minutos e dormiu desde as 20h15 até às 7h da manhã (ou percebeu a mensagem, ou estava mesmo cheio de sono)...

Vamos ver como vai ser hoje...

terça-feira, 7 de maio de 2013

Balanço médico

Parece que toda a gente lá em casa tem sempre um probleminha de saúde (nem que seja uma simples dor de cabeça).
 
Pai: tem uma epicondilite. E vocês perguntam que raio é isso? Em português é o raio do tendão no cotovelo que dói para caraças e quando inflama o braço fica imobilizado. E como os homens são uns picuinhas e medricas, só foi ao médico quando já não podia mexer o braço. Claro que assim que a dor passou, o resto da medicação foi ao ar.
 
Mãe: estou com uma otite. Acho que já não tinha uma otite desde os meus 2 - 3 anos. mas por que carga de água fui eu apanhar uma otite? e como??? Bem, antes eu que os meus meninos. Lá ando a antibiótico e anti-inflamatório, mas o pior é não poder dormir para o lado que gosto, porque é do lado do ouvido que dói...
 
Filho mais velho: continuam os curativos por causa da cirurgia ao quisto. Parece (e até tenho medo de falar) que já está fechado mas não vamos agoirar. Mais uma semana para confirmar e ter bem a certeza...
 
Piquitito: super constipado e com muita, mas mesmo muita tosse. Como é que é possível que uma pessoa tão pequenina tenha tanto ranho para deitar cá para fora??? Ele escorre durante o dia, quando vai dormir provoca-lhe ataques de tosse que metem dó e durante a noite fica tudo preso que de manhã é um ai jesus para aspirar aquele nariz. O que vale é que é mesmo só isso: ouvidos e garganta estão em ordem e brônquios limpinhos.
 
Arre que nunca mais vem o calor e bom tempo de vez para se acabarem as constipações e andarmos todos mais descontraídos e felizes que nem nos lembramos das maleitas... pleassssssssssse...

Parte 4 - Cinco Dias na Neonatologia

O trabalho tem sido tanto e o tempo tão pouco que nem tenho conseguido escrever com a regularidade que gostaria e que às vezes tanto preciso. Cá vai a continuação do balanço...

Ao 2º dia de vida o G. foi internado no Serviço de Neonatologia e lá esteve durante 5 dias. Foram dias duros, estar naquele sitio todo o dia é avassalador, é intenso. As emoções estão à flor da pele e todos os nossos sentidos estão alerta ao mais pequeno movimento. É um misto de emoções: se por um lado só queria pegar nele e levá-lo para casa, para o conforto da caminha dele e para me enroscar com ele, por outro, preferia tê-lo ali, vigiado e com uma equipa médica sempre a postos caso alguma coisa acontecesse. Preferia tê-lo ali do que passar novamente pela aflição que tinha passado.

O G. esteve ligado a uma máquina que monitoriza o coração e a respiração e correu tudo bem, dentro do normal. Manteve sempre os valores sem percalços. A alimentação não era exclusivamente dada por mim, porque o meu leite não subiu (a médica disse que era normal, devido ao estado de stress e à situação traumática a que estive sujeita) mas adaptou-se muito bem ao suplemento e foram dias pacíficos, apenas de vigilância. E ainda bem que lá estava porque começou a ficar amarelito, com icterícia, e teve de estar com as luzes, se estivesse em casa, tinha de o ter levado para o hospital e às vezes penso se eu teria me apercebido atempadamente. Às vezes há males que vêm por bem...

Estar na Neonatologia todo o dia e ver as outras mães e as enfermeiras a ajudar a cuidar deles, também nos ajuda muito e apesar de não ser mãe de 1ª viagem, ainda aprendi alguns truques e fez-me recuperar a confiança.

Um dos truques que aprendi foi no banho: a maioria dos bebés tem medo do banho porque se sentem desprotegidos e uma das coisas que a enfermeira fazia era embrulhá-los numa fralda de pano e mete-los assim na banheira, depois ia destapando e lavando e tapando novamente. E não é que resulta?!!! Eles não ficam tão vulneráveis e sentem sempre ali uma peça de roupa e ajuda-nos a nós mães a segurá-los melhor porque não corremos o risco deles nos escorregarem.

Criam-se ali laços e afinidades e são uma ajuda preciosa, ajudou-me a sentir-me mais confiante para quando o tivesse de levar para casa e são pessoas que estão habituadas a lidar com situações extremas, que salvam vidas e que não se afligem ao mínimo choro.

Presenciamos uma situação que no inicio me deixou muito apreensiva, mas que depois de ouvir a explicação percebi realmente a função daquelas pessoas que não sabem o que esperar todos os dias e têm de estar sempre preparadas para o pior. Numa das noites em que estávamos com o G. até à hora limite de nos mandarem embora (porque nunca íamos de livre vontade), estávamos apenas nós os dois, todos os pais já tinham ido embora porque infelizmente nem todos tinham a nossa sorte de morara a 10 minutos do hospital e de repente quando nos apercebemos não vimos enfermeira nenhuma, mas não ligamos até que o menino que estava na incubadora atrás de nós começou a chorar. Primeiro ainda era um choro tolerável mas foi piorando, ao ponto de ele estar mesmo aos berros. O meu coração já estava apertado e só me apetecia ir lá e pegar nele, mas uma das regras é que não devemos nem podemos mexer nos outros bébes em circunstância nenhuma. Por isso o meu marido foi procurar uma enfermeira, lá viu uma no fundo da sala e disse-lhe que o bébe não parava de chorar, ao que ela respondeu apressadamente, que já lá ia e entrou para uma sala e fechou a porta. Sem exagero, o menino esteve perto de 20 minutos aos berros. Eu já só pensava que nem pensar que ia deixar o meu filho lá naquela noite, e se fosse o G.?

Quando eu já estava quase desesperada, lá apareceu a enfermeira e foi tratar do bébe e nós dissemos que ele já estava a chorar à muito tempo, ao que ela nem nos respondeu.

Mais tarde a enfermeira que estava a tratar do nosso bébe, que não era a mesma, veio-nos explicar o que se passou: um menino que costumava estar em frente ao G. (que realmente já tínhamos visto que não estava lá) tinha tido um problema (não nos especificou qual) e que estava em risco de vida e por isso todos tinham acorrido a socorre-lo. Felizmente conseguiram e ele estabilizou. Explicou-nos que ali no limiar da vida destes seres humanos tão indefesos a prioridade é a vida e o bébe que estava a chorar estava "apenas" com fome e por isso podia esperar (é que elas sabem distinguir a léguas o tipo de choro, nós mães naquele ambiente e stress não conseguimos).
Entre dar de comer a um e salvar a vida ao outro, primeiro a VIDA.

Viemos de lá muito mais descansados e apercebemo-nos do quanto deve ser difícil o trabalho daqueles médicos e enfermeiras que lidam com estas situações todos os dias...

Ao fim dos cinco dias e como não houve nenhuma situação anormal a registar e porque a icterícia já tinha passado, o G. foi transferido para a Pediatria.


segunda-feira, 6 de maio de 2013

DIA DA MÃE

O meu DIA DA MÃE foi mais cedo: na 6ª feira foi dia de festa no Infantário do G. e apesar dele ter estado com um bocadinho de febre (que baixou logo com o Benuron), fruto da constipação, foi muito giro e ele andava todo radiante.
 
Este ano a actividade foi no recreio e adivinhem: paredes brancas para as Mamãs e os meninos e meninas pintarem. Eu e o G. desenhamos uma Bola - porque ele é louco por bolas e uma Flor - porque eu gosto muito de recebê-las.
 
Comemos bolinho que ele adorou juntar ao iogurte. E recebi uma COLHER DE PAU, pintada pelo G. - tão giro nota-se os deditos dele e as diferentes cores... ADOREI!
 
No Domingo fui presenteada com muitos beijinhos e miminhos e o nosso XI TRI (Xi coração a três). Agora que o G. já sabe dar XI'S é o máximo.
 
Não há nada melhor que uma ABRAÇO dos nossos filhos cheio de amor e ternura....
 
SER MÃE É DURO MAS TÃO COMPENSADOR E FAZ-ME MUITO FELIZ!!!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Grrrrrrr...

E não é que apesar das recomendações de pelo menos enviar um sms a dizer que está tudo bem e que chegaram bem, o moço nada, nem sms, nem atende o telemóvel, zero, nicles...
 
Pais sofrem...

Coração apertadinho...

e hoje estou assim. Com o coração de mãe apertadinho, porque o meu mais velho foi numa visita de estudo para Espanha. Eu sei que ele já é crescido, que vai acompanhado, não é a primeira vez mas não melhora. É sempre uma preocupação e só vou sossegar quando ele chegar à noitinha...
 
Vale-me as beijocas que me deu de manhã antes de ir e o abraço do mais piquitito antes de ficar no infantário... Além disso hoje é dia de almoço com o mais que tudo!
 
Bora lá trabalhar...

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Que queridos

Afinal ainda podemos comprar livros com 100% de desconto até ao final do dia de hoje. Yupiiiiiii...


terça-feira, 23 de abril de 2013

Dia Mundial do Livro

A WOOK é uma marca de eleição e cá em casa os livros escolares são sempre comprados online. Já há muitos anos que é assim e estou 100% satisfeita.
 
Além de chegar sempre tudo direitinho e a tempo e horas, ainda há o desconto.
 
Neste Dia Mundial do Livro, a WOOK tem uma promoção irresistível: o que comprar hoje recebe em vale para gastar depois... Veja como funciona aqui.

 
Vou lá espreitar...

Dentinhos

Vi esta imagem no blog BE A COOL MOM e achei o máximo.
 
 
 
Então decidi pegar na imagem e fazer o meu registo do aparecimento dos dentes do Baby G., que só começaram a aparecer aos 15 meses. Até já estava com medo!
 
Vou colocar a imagem alterada no menu do lado direito e depois é só ir actualizando. Acho uma ideia gira...